No meu peito
Uma crença
Uma busca,
O desejo...
No meu silêncio,
Nenhuma certeza.
O desespero,
Meu acalento.
Minha crise!!
Na minha alma,
A dúvida,
O preço.
Mas que preço?
Novamente o desejo.
Que fizera eu de tão grave,
De tão desumano,
Que não tão meu,
Tão eu?
Escrito por Cicinha Andrade me 25 de setembro de 2010
