"No tu o eu se vê"
curioso, né?
Essa pequena frase maluca até, tem um significado enorme para mim. Quem é de Ciências Sociais não estranha, foi lá no universo de CISO que a conheci. Ela está em tudo que é meu, no meu discurso, na minha escrita, na minha vida.
Foi na disciplina de teoria antropológica II que eu me apaixonei pelo Martin Buber, pela relação Eu e Tu, qual ele faz uma belíssima reflexão.
A partir dessa obra, ele descreve a vivencia relacional do ser humano, em que o eu está para o tu assim como o tu para o eu, ou seja, num emaranhado de relações, pois no olhar do tu o eu se reconhece, e vice-versa. Sendo em um feixe de relações, que o homem tende a criar novos laços e personificar essas relações. Através do tu o eu se encontra, e na expressão maior de sua identidade, sem a uniformidade, o eu encontra no tu a própria revelação e atualização, a auto-refletividade.
Nesse sentido, a partir da sua obra, com esse livro, Buber recoloca uma questão antropológica séria, isto é, do lugar da pessoa dentro da sociedade e como complementaridade. De fato, o ser humano é uma substancia incompleta, e no outro encontra todas as prerrogativas de uma vivencia equilibrada. No tu o eu se vê, ou melhor, se entrever, pois o olhar me desmistifica de mim mesmo, pois a alteridade que o outro representa ajusta o meu eu através desse tu.
Está vendo porque aderi a tal filosofia, tem coisa mais linda para ser dita, para ser pensada?
"No tu o eu se vê", traz uma reflexão incrível, permite que nos vejamos em um grande emaranhado de relações necessárias, faz-nos pensar sobre nós a partir do outro, sobre o nosso reconhecimento enquanto ser singular em meio a pluralidade, multiplicidade. De forma que ao passo que produz alteridade, reconhecimento, promove o respeito, respeito ao outro, respeito a si!
À Buber,curioso, né?
Essa pequena frase maluca até, tem um significado enorme para mim. Quem é de Ciências Sociais não estranha, foi lá no universo de CISO que a conheci. Ela está em tudo que é meu, no meu discurso, na minha escrita, na minha vida.
Foi na disciplina de teoria antropológica II que eu me apaixonei pelo Martin Buber, pela relação Eu e Tu, qual ele faz uma belíssima reflexão.
A partir dessa obra, ele descreve a vivencia relacional do ser humano, em que o eu está para o tu assim como o tu para o eu, ou seja, num emaranhado de relações, pois no olhar do tu o eu se reconhece, e vice-versa. Sendo em um feixe de relações, que o homem tende a criar novos laços e personificar essas relações. Através do tu o eu se encontra, e na expressão maior de sua identidade, sem a uniformidade, o eu encontra no tu a própria revelação e atualização, a auto-refletividade.
Nesse sentido, a partir da sua obra, com esse livro, Buber recoloca uma questão antropológica séria, isto é, do lugar da pessoa dentro da sociedade e como complementaridade. De fato, o ser humano é uma substancia incompleta, e no outro encontra todas as prerrogativas de uma vivencia equilibrada. No tu o eu se vê, ou melhor, se entrever, pois o olhar me desmistifica de mim mesmo, pois a alteridade que o outro representa ajusta o meu eu através desse tu.
Está vendo porque aderi a tal filosofia, tem coisa mais linda para ser dita, para ser pensada?
"No tu o eu se vê", traz uma reflexão incrível, permite que nos vejamos em um grande emaranhado de relações necessárias, faz-nos pensar sobre nós a partir do outro, sobre o nosso reconhecimento enquanto ser singular em meio a pluralidade, multiplicidade. De forma que ao passo que produz alteridade, reconhecimento, promove o respeito, respeito ao outro, respeito a si!
meu muito obrigada por ter existido!!!
